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O lixo das urnas eletrônicas sem o voto impresso

Falhas nas votações durante o primeiro turno, em uma pequena cidade do litoral de Santa Catarina, expões a fragilidade do verdadeiro lixo que são essas urnas eletrônicas brasileiras (que não imprimem o voto) e não são capazes de permitir que uma auditoria externa (simples e direta) seja realizada. Saiba mais em http://wp.me/p2OgjU-2H9 Será que este problema aconteceu apenas nesta cidade?! Parabéns ao TSE e aos juízes do STF, os únicos culpados por toda essa história.

O lixo das urnas eletrônicas sem o voto impresso

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Não podemos mais aceitar votações em urnas que não permitem auditoria/rastreabilidade. Isso não é democracia! Veja isto: Amigos, peço desculpas pelo longo post. Não gosto de teorias da conspiração, mas juntando-se os dois textos abaixo, dá o que pensar: O TEXTO ABAIXO ESTÁ NO SITE CONVERGÊNCIA DIGITAL TSE define pregão e gasta R$ 129 milhões com urna eletrônica :: Da redação :: Convergência Digital :: 18/07/2012 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu na terça-feira, 17/07, a licitação nº 42/2012 para a contratação de serviços de exercitação das urnas eletrônicas. O Consórcio ESF, composto pelas empresas ENGETEC Tecnologia S.A. (empresa líder com sede em Nova Lima – MG), SMARTMATIC Brasil Ltda (com sede em São Paulo), SMARTMATIC Internacional Corporation (com sede em Barbados) e FIXTI Soluções em Tecnologia da Informação Ltda (com sede em São Paulo), foi o vencedor do pregão eletrônico. O consórcio será responsável pelo recrutamento, contratação e treinamento de aproximadamente 14 mil profissionais que darão suporte técnico-operacional nas eleições de outubro em 437 mil seções eleitorais nos 5.568 municípios brasileiros. Caberá a esses profissionais o trabalho de preparo e de manutenção das urnas, assegurando que todas estejam em perfeito estado de funcionamento no dia das eleições. Entre as tarefas previstas no contrato está a realização dos serviços de carga das baterias internas e de reserva das urnas; realização de testes dos componentes eletrônicos de todas as urnas; limpeza, retirada de lacres, testes funcionais, triagem para manutenção corretiva e preparo para armazenamento das urnas eletrônicas; inserção de dados; procedimento de atualização de software e certificação digital nas urnas; preparação, instalação, carga de software de eleição. O consórcio ESF será ainda responsável pela recepção de mídias e transmissão de boletins de urna, via sistema de apuração do TSE. O valor do contrato a ser assinado com o TSE é de R$ 129 milhões, com validade de 12 meses. O contrato anterior para a realização do serviço de exercitação das urnas eletrônicas expirou em 28 de julho de 2011, sem possibilidade de prorrogação. Em 29 de fevereiro de 2012 foi dado início ao processo de licitação de nº 14 para a contratação de nova empresa para a exercitação das urnas. O processo, contudo, frustrou-se em 09 de abril de 2012, porque nenhum dos concorrentes atendia aos requisitos do edital. A licitação nº 42/2012 foi aberta em 30 de maio, e concluída após a apreciação de recursos apresentados pelo Consórcio Exato, desclassificado da concorrência por não atender a requisitos do edital, e pela empresa CTIS Tecnologia S/A, cuja proposta para a realização do trabalho superou o valor apresentado pelo Consórcio ESF, declarado vencedor do certame, por ter atendido os requisitos legais e do edital. O TEXTO ABAIXO ESTÁ NA WIKIPEDIA, DIGITANDO-SE SMARTMATIC Em 2005 a Smartmatic adquiriu a Sequoia Voting Systems, uma das empresas americanas líderes no setor. Após tal aquisição, a Deputada Carolyn B. Maloney solicitou investigação para determinar se os protocolos da CFIUS haviam sido seguidos para que permitissem a venda da Sequoia à uma empresa "com possíveis laços com o governo venezuelano. A investigação iniciou-se após o fiasco eleitoral ocorrido em Março de 2006 em Chicago e em Cook County, onde uma quantidade de urnas fora produzida pela Sequoia, e a Sequoia forneceu assistência técnica, com técnicos venezuelanos que vieram para atender o evento. Alguns problemas com a eleição foram posteriormente apontados como causados por um componente do software, desenvolvido na Venezuela, para a transmissão dos resultados da eleição à um computador central. Um político local afirmou que os problemas poderiam ter sido causados devido a uma "conspiração internacional."


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